Saúde

Goiânia alcança menor índice de mortalidade infantil da história

Capital teve redução de 23,27% em óbitos de crianças menores de 1 ano no ano passado em comparação com 2024
Foto: SMS Goiânia
Foto: SMS Goiânia

Goiânia alcançou em 2025 o menor coeficiente de mortalidade infantil de toda a série histórica elaborada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da capital, com início em 2006. No ano passado, Goiânia registrou 8,51 óbitos de crianças menores de um ano de idade a cada 1.000 nascidos vivos, o menor número em 19 anos.

“É uma conquista de toda a nossa sociedade que evidencia que vivemos um novo momento na assistência à saúde materno-infantil na capital”, disse o prefeito Sandro Mabel. “O coeficiente de mortalidade infantil é o indicador mais importante que temos para avaliação do acesso, qualidade e efetividade do pré-natal, da assistência ao parto e da assistência ao recém-nascido”, destacou o secretário municipal de Saúde de Goiânia, Luiz Pellizzer.

Em 2024, o coeficiente de mortalidade infantil foi de 11,26. A redução de 2,75 pontos no indicador em 2025 também é a maior da série histórica. “Em 2025, reduzimos em 23,27% o total de óbitos de crianças em comparação com o ano anterior”, detalhou o titular da SMS.

“É um dado que atesta a assertividade de medidas como a implementação do atendimento infantil em toda a rede de urgência, o restabelecimento integral dos serviços nas maternidades municipais e a ampliação de salas de vacina por toda a cidade”, afirmou o prefeito.

ODS

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O coeficiente de mortalidade infantil está bem abaixo do estipulado pela Organização Mundial de Saúde nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A meta é que os países em desenvolvimento reduzam a mortalidade neonatal para pelo menos 12 por 1.000 nascidos vivos.

“A redução da mortalidade infantil acontece quando conseguimos identificar precocemente riscos gestacionais, acompanhar recém-nascidos vulneráveis e prevenir complicações e doenças evitáveis. É um dado que nos mostra que avançamos em qualidade de vida e no fortalecimento da atenção primária”, afirma a gerente de ciclos de vida da SMS, Kelcy Anne Santana.


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