Plano de saúde

Ipasgo poderá incluir primos, tios-avôs e sobrinhos-netos; mensalidades varia de R$214 a R$ 1,2 mil

Projeto em análise na Alego amplia a lista de dependentes e permite convênios com sindicatos e conselhos profissionais para ingresso de novos beneficiários
Foto: Divulgação
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Tramita na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) projeto de lei do Governo de Goiás que amplia as possibilidades de adesão ao Ipasgo Saúde. A proposta autoriza a inclusão de parentes de até quarto grau como dependentes e permite a celebração de convênios com sindicatos e conselhos profissionais, ampliando o público apto a ingressar no plano de saúde.

Atualmente, o Ipasgo Saúde possui cerca de 585 mil beneficiários. Com as novas regras, a estimativa é encerrar 2026 próximo da marca de 600 mil usuários.

De acordo com informações do Ipasgo divulgadas pelo jornal O Popular, os novos agregados serão vinculados ao plano Ipasgo Saúde Família e pagarão mensalidades conforme a faixa etária. Os valores variam de R$ 214,68, para beneficiários de 0 a 18 anos, a R$ 1.234,47, para pessoas com mais de 59 anos.

Segundo o governo estadual, a medida busca adequar a legislação goiana às exigências da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), previstas na Resolução Normativa nº 649/2025, que trata da sustentabilidade financeira dos planos de saúde.

O projeto foi enviado à Alego na última terça-feira (9), mas a votação foi adiada após pedido de vista dos deputados Antônio Gomide (PT) e Major Araújo (PL), na Comissão Mista. A expectativa é que a matéria volte à pauta do colegiado na próxima reunião.

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Entenda

Pela legislação em vigor, podem ser incluídos como dependentes familiares de até terceiro grau, como pais, filhos, avós, netos, bisavós, bisnetos, tios e sobrinhos. Com a aprovação da medida, também poderão ingressar no plano parentes de quarto grau, como primos, tios-avôs e sobrinhos-netos.

De acordo com O Popular, segundo o Ipasgo, os novos dependentes não poderão ser incluídos nos contratos antigos do plano, destinados aos servidores públicos, uma vez que normas da ANS impedem novas adesões a esses modelos.

Já os agregados que passaram a contribuir em janeiro deste ano permanecerão sujeitos às regras atuais, com cobrança correspondente a 30% da mensalidade dos titulares.


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Altair Tavares

Editor do Ciberjornal que sucedeu desde fevereiro de 2025 todo o conteúdo do blog www.altairtavares.com.br . Atuante no webjornalismo desde 2000. Repórter, comentarista e analista de política. Perfil nas redes sociais: @altairtavares