A enfermeira Érika Fernandes Viana, de 51 anos, morreu na última sexta-feira, 11 de setembro de 2026, em Goiânia, após seis meses de luta contra a doença de Creutzfeldt-Jakob. Moradora de Senador Canedo, no interior de Goiás, ela apresentou os primeiros sintomas em dezembro de 2025 e recebeu o diagnóstico definitivo em março de 2026. O caso mobilizou familiares e colegas de profissão, que acompanharam de perto a rápida evolução da enfermidade rara e fatal.
Progressão dos sintomas e busca por atendimento
Os sinais iniciais incluíram tonturas que foram inicialmente atribuídas a labirintite. Com o passar das semanas, Érika perdeu progressivamente os movimentos e precisou recorrer a um andador para se locomover. A internação ocorreu em Goiânia, onde exames sucessivos permitiram identificar a doença de Creutzfeldt-Jakob.
Durante o período de um mês no hospital, a equipe médica confirmou o diagnóstico. A evolução rápida da condição impediu qualquer recuperação motora e levou à internação prolongada até o desfecho fatal.
Declaração da amiga e contexto familiar
A gente foi acompanhando porque ela foi perdendo os movimentos e começou a andar com andador. Foi ao médico, ao otorrino, porque começou com tontura e pensamos que era labirintite. […] Depois de um mês de internação, veio o diagnóstico da doença
Elizabeth Nunes
Elizabeth Nunes, amiga de longa data, relatou o percurso percorrido pela família. Segundo ela, o apoio foi constante desde o aparecimento das primeiras queixas até os últimos dias de vida de Érika.
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Repercussão entre profissionais de saúde
Colegas de trabalho da enfermeira expressaram pesar pela perda de uma profissional dedicada. A doença de Creutzfeldt-Jakob, embora rara, exige atenção redobrada quando surge em pacientes com histórico de sintomas neurológicos progressivos. O caso reforça a importância de investigação médica imediata diante de alterações motoras e de equilíbrio em adultos.
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