O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), do PSDB, comentou sobre a forma como as informações são disseminadas nas redes sociais em entrevista à ex-secretária da Fazenda de Goiás, Ana Carla Abrão Costa, para o site Porque.
“A rede social não tem curadoria. O que você põe lá fica”, constatou o entrevistado. “Infelizmente, eu não tenho”, disse o ex-presidente sobre as citações a propriedades que ele teria em New York e Paris.
Para FHC, o setor político tem dificuldade para manusear os recursos da área digital. “Mas, os que sabem operar tem ganho”.
A grande novidade do mundo contemporâneo não é falar, mas escutar. “Quem foi treinado a não ouvir, não ouve”, disse FHC. Para ele, “não adianta chorar a pitanga, é assim. É melhor usar as redes e trabalhar nelas”.
“Chegará um momento que as pessoas distinguirão qual é o grito vazio e qual é o grito que tem sentido”, previu o ex-presidente.
Reformas
Em outra parte, FHC respondeu sobre as reformas que o Brasil precisa, hoje. Mais uma vez defendeu a prioridade para a reforma política. Veja:
O ex-presidente foi questionado sobre a reforma da previdência de hoje e a que ele promoveu no governo dele.
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