Marconi disse que o momento atual da economia, marcado pelos sinais de superação da crise nacional, é ainda mais estratégico para a prospecção de novos negócios e oportunidades. “O Brasil está começando a efetivamente virar a página da crise econômica e este é o momento para falarmos do futuro, da retomada do crescimento. Quem aproveitou esta fase vai sair na frente. Quem não é visto, não é lembrado”, disse. “Não tenha dúvida. Goiás não cresce e gera empregos acima da média nacional à toa, por geração espontânea. Isso é resultado dos investimentos públicos, dos incentivos fiscais, da parceria com o setor produtivo e das missões”, afirmou.
O governador afirma que os resultados das missões aparecem em diversos recortes dos números da economia do Estado, do anúncio de novos investimentos privados nos últimos meses, mesmo em meio à crise econômica nacional, passando pelo saldo da balança comercial, e na geração de empregos. “Os números mostram a efetividade das missões. O total de países para os quais Goiás exporta seus produtos cresceu duas vezes e meia; de cerca de 50, em 1998, para 152 nações em 2017. China, Holanda, Índia, Rússia, Coreia do Sul, Irã, Estados Unidos, Hong Kong, Vietnã e Itália são os principais destinos das mercadorias de Goiás; exatamente os países priorizados pelas principais missões comerciais empreendidas”, disse.
“O saldo da balança comercial é positivo para Goiás, com os valores exportados superando o total de importações, evidenciando a força da economia do Estado e o resultado do estímulo do Governo de Goiás à promoção do comércio exterior. Entre os maiores investimentos estrangeiros anunciados para o Estado nos últimos meses estão Heineken, Caracal, Gerresheimer, Orinoco Gold, Anglo e Heinz”, exemplificou o governador. “Todos resultados das missões comerciais realizadas pelo Governo de Goiás. É o caso também de Hyundai, Suzuki e da ampliação da Mitsubishi, para lembrar alguns casos”, disse.
Marconi afirma que o crescimento econômico é resultado de estímulos em diversas direções, com destaque para os investimentos públicos em obras de infraestrutura social e econômica, para os incentivos fiscais no caso dos Estados em desenvolvimento, e para a divulgação das oportunidades de negócios em outras unidades da federação e no exterior. “Sempre impulsionamos o crescimento em diversas frentes, e agora estamos atacando a crise por todos os lados. Em 18 anos, o PIB cresceu dez vezes, de R$ 17,4 bilhões, em 1998, para uma projeção de R$ 200 bilhões, em 2017. O saldo da balança comercial cresceu de US$ 1,093 bilhão para US$ 2,515 bilhões, nesse período”, disse. “As crises representam excelentes oportunidades, quando bem aproveitadas”, afirmou.
Leia, abaixo, a íntegra da avaliação do governador Marconi Perillo sobre os resultados das missões comerciais:
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“As missões comerciais geram empregos”
As missões fortalecem a economia de Goiás, na medida em que internacionalizam nosso mercado e ampliam as possibilidades de fazermos novos negócios. Aumentar o comércio bilateral entre Goiás e os três países, e estreitar laços na educação, na cultura e na inovação tecnológica. Na economia, temos muito espaço para crescer. Ainda não há nenhum país sul-americano na relação das 10 nações com as quais Goiás tem maior intercâmbio comercial. Nos acompanham empresários interessados em ampliar seus negócios com os países visitados, principalmente. No caso desta missão, o foco maior é o agronegócio e agroindústria. Importante lembrar que os empresários são convidados e viajam com recursos próprios. Fizemos reuniões muito produtivas com empresários e autoridades locais, na apresentação das potencialidades e oportunidades de Goiás. Diversos empresários que compõem a delegação já fecharam ou deixaram negócios bem encaminhados nos três países, nos diferentes setores representados na delegação.
“As crises representam excelentes oportunidades, quando bem aproveitadas”
Imprescindível. O Brasil está começando a efetivamente virar a página da crise econômica e este é o momento para falarmos do futuro, da retomada do crescimento. Quem aproveitou esta fase vai sair na frente. Quem não é visto, não é lembrado. Não tenha dúvida. Goiás não cresce e gera empregos acima da média nacional à toa, por geração espontânea. Isso é resultado dos investimentos públicos, dos incentivos fiscais, da parceria com o setor produtivo e das missões. Sempre impulsionamos o crescimento em diversas frentes, e agora estamos atacando a crise por todos os lados. Em 18 anos, o PIB cresceu dez vezes, de R$ 17,4 bilhões, em 1998, para uma projeção de R$ 200 bilhões, em 2017. O saldo da balança comercial cresceu de US$ 1,093 bilhão para US$ 2,515 bilhões, nesse período. As crises representam excelentes oportunidades, quando bem aproveitadas.
“Aumentamos nosso comércio justamente com os países que foram pauta das missões”
Os números mostram a efetividade das missões. O total de países para os quais Goiás exporta seus produtos cresceu duas vezes e meia; de cerca de 50, em 1998, para 152 nações em 2017. China, Holanda, Índia, Rússia, Coreia do Sul, Irã, Estados Unidos, Hong Kong, Vietnã e Itália são os principais destinos das mercadorias de Goiás; exatamente os países priorizados pelas principais missões comerciais empreendidas. O saldo da balança comercial é positivo para Goiás, com os valores exportados superando o total de importações, evidenciando a força da economia do Estado e o resultado do estímulo do Governo de Goiás à promoção do comércio exterior. Entre os maiores investimentos estrangeiros anunciados para o Estado nos últimos meses estão Heineken, Caracal, Gerresheimer, Orinoco Gold, Anglo e Heinz. Todos resultados das missões comerciais realizadas pelo Governo de Goiás. É o caso também de Hyundai, Suzuki e da ampliação da Mitsubishi, para lembrar alguns casos.
“Goiás ganhou relevância no cenário político e econômico interno e externo após as missões”