Milhares de pessoas ainda estão desaparecidas após o pior terremoto em mais de 80 anos na região. (Foto: reprodução/Twitter)
Outras 25 mil pessoas estão ajudando nas buscas por sobreviventes e dando suporte a quem foi prejudicado pelos tremores
O terremoto de magnitude 7,8 que atingiu a Turquia e a Síria na madrugada desta segunda-feira (6) – no horário local – já fez com que fossem registradas mais de 5 mil mortes até o momento. Na Turquia, conforme a última atualização do governo, são 3.419 vítimas e outras 21 mil pessoas ficaram feridas. Já na Síria, o número de mortos subiu para 1.602 e 3.500 feridos, segundo informações do Washington Post.
O epicentro dos tremores, que duraram cerca de um minuto, foi registrado na região entre as cidades de Gaziantepe e Kahramanmaras – Sul da Turquia – a uma profundidade entre 10 e 24 quilômetros, segundo os serviços geológicos dos EUA e da Alemanha. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, afirmou ser o pior evento do tipo no país desde 1939, quando mais de 30 mil pessoas morreram após outro terremoto.
Segundo informações das autoridades em sismologia, o terremoto na Turquia e Síria foi sucedido por tremores secundários cerca de dez minutos depois do primeiro, de magnitudes que chegaram a 6,7 e cerca de 20 edifícios ficaram destruídos e outras centenas foram danificados. Como foi muito recente, dentre os milhares de feridos ainda há registro de pessoas desaparecidas e que podem estar presas nos escombros.
Em relação as operações de resgate, elas acontecem mesmo dificultadas pelas condições meteorológicas adversas. As equipes lutam contra o frio, a chuva e a neve para salvar as pessoas que estão entre os escombros. Cerca de 25 mil pessoas, incluindo militares, participam dos esforços de resgate.
O presidente da Turquia, Recep Tayip Erdogan, por sua vez, declarou nesta terça-feira (7) estado de emergência por três meses nas dez cidades mais afetadas pelo terremoto. Com isso, hotéis serão abertos nas regiões afetadas e oferecidos para abrigar pessoas que ficaram sem casa. Além disso, Erdogan disse que 70 países também ofereceram ajuda para as buscas a sobreviventes.
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