Goiânia

Mabel enfrenta teste de fogo com sua base de vereadores em meio a insatisfações

Refis de Goiânia é ampliado até 30 de abril
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O primeiro projeto polêmico enviado pelo prefeito de Goiânia, Sandro Mabel (UB), à Câmara Municipal trata da organização da eleição para gestores escolares nas unidades educacionais municipais.

A nova lei estabelece regras rígidas para quem deseja se candidatar ao cargo de diretor de escola. Entre elas, estão a exigência de apresentação de um planejamento financeiro para a entidade, a proibição da candidatura de servidores que respondem a processos de sindicância, tomada de contas ou Processo Administrativo Disciplinar (PAD), além da obrigatoriedade de que os atuais gestores estejam adimplentes com suas prestações de contas.

O tema impacta diretamente a base do prefeito no Legislativo, mas o cenário atual é delicado, já que os vereadores estão insatisfeitos com a demora nas nomeações e na liberação das emendas impositivas. Nos últimos dias, Mabel tem afirmado que irá liberar as emendas, mas reforça que é necessário respeitar as decisões do Supremo Tribunal Federal.

A insatisfação ficou evidente na última sexta-feira, quando o prefeito convocou uma reunião com sua base no Paço Municipal, mas poucos vereadores compareceram. Muitos alegaram compromissos fora da cidade, enquanto outros optaram por não participar, conforme noticiado pela Coluna Giro, do jornal O Popular.

Uma ausência marcante foi a do presidente da Câmara Municipal, que justificou sua falta informando que estava em Brasília para assistir ao jogo da Seleção Brasileira e, por isso, não pôde comparecer à reunião.

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