O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc/GO), em parceria com o Instituto Hortense, o encontro formativo presencial para os profissionais do Programa de Atendimento Psicossocial e Educação Socioemocional: Ouvir e Acolher.
O encontro reuniu psicólogos e assistentes sociais que atuam nas unidades escolares da rede pública estadual das regiões central e leste do Estado. O objetivo principal desta primeira formação de 2024, é alinhar as ações para dar continuidade ao programa, promovendo a troca de experiências dos profissionais e mostrando os resultados dos serviços prestados em 2023.
Até o momento, já foi feito o diagnóstico para identificar os principais problemas (de condição emocional) da comunidade escolar das mil escolas goianas indicadas inicialmente. O próximo passo do programa será estabelecer políticas públicas assertivas para resolver ou reduzir essas adversidades.
Ainda neste mês, serão realizadas mais duas formações para os profissionais das outras regiões de Goiás. No dia 22 de fevereiro, a formação presencial do Programa Ouvir e Acolher ocorrerá no município de Rio Verde e, no dia 29, será em Goianésia.
Além dos profissionais do programa, também estiveram presentes a secretária-adjunta da Seduc/GO, Helena Bezerra; o superintendente de Atenção Especializada, Rupert Nickerson; a diretora pedagógica, Alessandra Almeida; e os coordenadores de Educação de 13 regionais.
Implantado no segundo semestre de 2023, o programa de educação socioemocional e assistência psicossocial, ‘Ouvir e Acolher’, já alcançou mais de 500 mil estudantes e 50 mil profissionais da rede estadual de ensino. A iniciativa, que é pioneira no país, neste ano de 2024, tem o intuito de garantir a saúde mental das comunidades escolares, proporcionando um ambiente saudável.
Para a secretária-adjunta da Seduc/GO, Helena Bezerra, o programa Ouvir e Acolher está tendo êxito. “Era isso que nós estávamos buscando, uma solução para contribuir com a saúde das nossas crianças e dos nossos servidores e, agora, com a realização do programa, conseguiremos atender, por meio de uma ação necessária e prazerosa”, destaca ela.
De acordo com o superintendente Rupert Nickerson, a iniciativa do Governo de Goiás traz a oportunidade de quem não pode receber um atendimento psicológico, por condições financeiras ou outras, de ser ouvido e, isso, dentro do ambiente escolar. “Queremos que, por meio do programa, nossos alunos e profissionais tenham condições de melhorar sua saúde emocional”, ressalta.
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