Uma servidora pública de 44 anos faleceu após complicações decorrentes de um procedimento estético realizado em uma clínica em Goiânia. No sábado (2), a mulher foi atendida pela proprietária da clínica, que se apresenta como biomédica e enfermeira. Inicialmente, a vítima buscava uma avaliação estética, mas foi persuadida a realizar o procedimento imediatamente.
Segundo a Polícia Civil de Goiás, a servidora sofreu um choque anafilático devido ao produto injetado em seu rosto, seguido de uma parada cardiorrespiratória no local. Apesar do atendimento de emergência prestado pelo SAMU e da transferência para o Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO), a vítima faleceu na noite de domingo (1), após a constatação de morte cerebral.
A polícia e a Vigilância Sanitária realizaram uma vistoria na clínica e identificaram diversas irregularidades graves, como o uso de produtos sem registro na Anvisa, materiais vencidos, anestésicos destinados a uso hospitalar e equipamentos cirúrgicos não esterilizados. Diante dessas condições, o estabelecimento foi totalmente interditado.
A proprietária da clínica foi presa e responde por execução de serviço de alta periculosidade, exercício ilegal da medicina e comercialização de produtos impróprios para consumo. Em nota, a defesa da empresária afirmou que ela possui a habilitação necessária para os procedimentos realizados e que está colaborando com as investigações.
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