Ministro Fernando Haddad e Lula. (Foto: Divulgação)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta quinta-feira (12), que o adicional do salário mínimo prometido para R$ 1.320 não vai vigorar, pelo menos nos primeiros do ano. Nos bastidores, a informação é que parte do governo defende o valor proposto antes pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de R$ 1.302 o ano todo, já outra parte, quer que o adicional comece a valer a partir de maio, no Dia do Trabalho.
O reajuste antes determinado pelo ex-presidente, representa um aumento de 7,43%, ou seja, a reposição da inflação mais um ganho real de 1,4% em relação ao salário mínimo de 2022, que era de R$ 1.212. Ante a 2,81% de ganho real do valor prometido pelo petista.
O argumento é que houve, no ano passado, uma concessão acima do previsto de aposentadorias, elevando os gastos do INSS. Portanto, se o valor de R$ 1.320 entrasse em vigor desde janeiro, o INSS teria um gasto extra de R$ 7,7 bilhões, que ficariam fora do teto dos gastos públicos.
Para bancar esse aumento desde janeiro, o Ministério da Fazenda teria de fazer um bloqueio de gastos para arcar as despesas. Inclusive, a equipe do ministro Fernando Haddad defende a manutenção do valor de R$ 1.302 ao longo de todo ano.
Na próxima quarta-feira, Lula fará uma reunião com as centrais sindicais, quando será anunciada a criação de um grupo de trabalho para definir a nova política de valorização do salário mínimo e também de regras para trabalhadores de aplicativos.
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