Menos de 15 dias após a eleição para prefeito em Goiânia, já surgem os primeiros sinais de enfrentamento entre a equipe do prefeito eleito, Sandro Mabel (União Brasil), e a gestão atual de Rogério Cruz. As divergências começaram a aparecer nas áreas de educação e arrecadação.
No setor de educação, chamou atenção o fato de Goiânia ter sido a única capital do Brasil a não pactuar com o Governo Federal a expansão da educação integral, o que implica na perda de repasses financeiros importantes. Em resposta, Sandro Mabel agiu rapidamente e conseguiu a extensão do prazo para aderir ao programa, visando assegurar os recursos para a cidade.
Já no âmbito da arrecadação, o embate ocorreu durante a análise do Refis 2024 na Câmara de Vereadores. A equipe de transição de Mabel articulou para ampliar o prazo de pagamento das negociações, uma medida que garantiria mais caixa para a futura gestão. No entanto, o prefeito Rogério Cruz vetou as alterações aprovadas pelos vereadores, gerando um impasse.
Agora, a equipe de Mabel pressiona para que o veto seja reconsiderado, mas a Procuradoria do Município considera que a reversão não é viável juridicamente. O impasse sobre o Refis 2024 pode ser o primeiro de uma série de confrontos entre as gestões, sinalizando uma transição de governo conturbada.
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