Saúde

Cirurgias plásticas mamárias no SUS crescem 54,3% entre 2016 e 2025

© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O volume de cirurgias plásticas mamárias realizadas pelo Sistema Único de Saúde registrou crescimento expressivo entre 2016 e 2025. Os dados apontam para um aumento de 54,3% no período, com o número de procedimentos passando de 9 mil para 14.213. O levantamento foi divulgado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Regional Rio de Janeiro durante a 45ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica e abrange tanto reconstruções quanto tratamentos de alterações mamárias.

Crescimento registrado ao longo dos anos

Entre 2016 e 2025, o SUS ampliou a oferta desses procedimentos em diferentes regiões do país. O ano de 2020 marcou uma queda temporária para 4.547 cirurgias, reflexo das restrições impostas pela pandemia. A partir de 2021, os números voltaram a subir de forma consistente até atingir o patamar mais recente.

A maior concentração dos atendimentos ocorreu nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Esses locais concentram a maior parte da infraestrutura especializada e da demanda por atendimentos de média e alta complexidade.

Principais indicações médicas

As cirurgias são realizadas com base em indicações clínicas que incluem correção de deformidades congênitas, assimetrias, hipertrofia mamária e sequelas de doenças. Também estão contempladas as reconstruções pós-mastectomia, que representam parte importante do total de procedimentos.

Impacto do levantamento apresentado

O estudo apresentado pela SBCP-RJ reforça a importância do acesso a tratamentos cirúrgicos mamários pelo SUS. Os dados permitem avaliar a evolução da oferta de serviços e identificar necessidades de ampliação em outras regiões do Brasil.

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Com o crescimento observado, o sistema público demonstra capacidade de atender a demandas específicas de saúde da mulher e de pacientes que necessitam de intervenções reconstrutivas. A continuidade do monitoramento desses números contribui para o planejamento de políticas de saúde mais eficientes.


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