O Sistema Único de Saúde (SUS) vai ampliar a oferta de medicamentos trombolíticos na rede de urgência e emergência em todo o Brasil, incluindo Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e unidades do Samu 192, para o tratamento de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico. A medida foi viabilizada pela sanção da Lei nº 5.972/2023 na manhã de 2 de setembro de 2026. O objetivo principal é aumentar o acesso rápido à terapia, reduzindo riscos de óbito e sequelas em pacientes atendidos pelo sistema público de saúde.
A rapidez no diagnóstico e na administração dos trombolíticos é fundamental para preservar a vida e a qualidade de vida dos pacientes. O Ministério da Saúde, sob a gestão do ministro Alexandre Padilha, instituiu uma portaria que cria um comitê responsável por regulamentar, implementar e acompanhar o uso desses medicamentos em escala nacional. A iniciativa atinge toda a rede pública, com foco especial nas unidades de urgência e emergência.
Ampliação do acesso ao tratamento trombolítico
Com a sanção da lei, o SUS passa a disponibilizar os medicamentos trombolíticos de forma mais ampla nas UPAs e nas bases do Samu 192. Isso permite que pacientes com IAM ou AVC isquêmico recebam o tratamento no momento adequado, sem depender exclusivamente de hospitais de maior complexidade. A estratégia busca modificar o cenário atual de atendimento a essas emergências cardiovasculares e neurológicas no país.
A portaria publicada pelo Ministério da Saúde define as diretrizes para a execução da medida em todas as regiões brasileiras. O comitê de trabalho vai atuar em parceria com sociedades de especialidades médicas para garantir que os protocolos sejam seguidos de maneira uniforme. Essa estrutura de acompanhamento visa assegurar a qualidade e a segurança no uso dos trombolíticos.
Grupo de trabalho para regulamentação e monitoramento
O ministro Alexandre Padilha destacou a importância do tempo no tratamento de emergências como infarto e AVC. Em caso de infarto, acidente vascular cerebral, tempo é vida! É o que pode reduzir o risco de óbito ou de impactos maiores físicos para aquela pessoa.
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O Ministério da Saúde cria hoje um grupo de trabalho, junto com as sociedades de especialidades, para regulamentar, estabelecer diretrizes, implementar e acompanhar a execução em todo o Brasil. Isso é fundamental para mudar a história natural do infarto no nosso país
Alexandre Padilha
A criação do grupo de trabalho representa o passo seguinte à sanção da lei, com foco na padronização de procedimentos e no monitoramento contínuo dos resultados. A ação do SUS reforça o compromisso com o atendimento oportuno em todo o território nacional, beneficiando diretamente os pacientes que dependem da rede pública de saúde.
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