Saúde • atualizado em 03/09/2026 às 12:26

SUS amplia trombolíticos em UPAs e Samu para IAM e AVC

© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O Sistema Único de Saúde () vai ampliar a oferta de medicamentos trombolíticos na rede de urgência e emergência em todo o , incluindo Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e unidades do Samu 192, para o tratamento de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) e Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico. A medida foi viabilizada pela sanção da Lei nº 5.972/2023 na manhã de 2 de setembro de . O objetivo principal é aumentar o acesso rápido à terapia, reduzindo riscos de óbito e sequelas em pacientes atendidos pelo sistema público de saúde.

A rapidez no diagnóstico e na administração dos trombolíticos é fundamental para preservar a vida e a qualidade de vida dos pacientes. O , sob a gestão do ministro Alexandre Padilha, instituiu uma portaria que cria um comitê responsável por regulamentar, implementar e acompanhar o uso desses medicamentos em escala nacional. A iniciativa atinge toda a rede pública, com foco especial nas unidades de urgência e emergência.

Ampliação do acesso ao tratamento trombolítico

Com a sanção da lei, o SUS passa a disponibilizar os medicamentos trombolíticos de forma mais ampla nas UPAs e nas bases do Samu 192. Isso permite que pacientes com IAM ou AVC isquêmico recebam o tratamento no momento adequado, sem depender exclusivamente de hospitais de maior complexidade. A estratégia busca modificar o cenário atual de atendimento a essas emergências cardiovasculares e neurológicas no país.

A portaria publicada pelo Ministério da Saúde define as diretrizes para a execução da medida em todas as regiões brasileiras. O comitê de trabalho vai atuar em parceria com sociedades de especialidades médicas para garantir que os protocolos sejam seguidos de maneira uniforme. Essa estrutura de acompanhamento visa assegurar a qualidade e a no uso dos trombolíticos.

Grupo de trabalho para regulamentação e monitoramento

O ministro Alexandre Padilha destacou a importância do tempo no tratamento de emergências como infarto e AVC. Em caso de infarto, acidente vascular cerebral, tempo é vida! É o que pode reduzir o risco de óbito ou de impactos maiores físicos para aquela pessoa.

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O Ministério da Saúde cria hoje um grupo de trabalho, junto com as sociedades de especialidades, para regulamentar, estabelecer diretrizes, implementar e acompanhar a execução em todo o Brasil. Isso é fundamental para mudar a história natural do infarto no nosso país

Alexandre Padilha

A criação do grupo de trabalho representa o passo seguinte à sanção da lei, com foco na padronização de procedimentos e no monitoramento contínuo dos resultados. A ação do SUS reforça o compromisso com o atendimento oportuno em todo o território nacional, beneficiando diretamente os pacientes que dependem da rede pública de saúde.


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